"No final do ano passado, os postos de Campina Grande aumentaram o preço em cerca de R$ 0,30 no litro da gasolina, sem apresentação de fatores que justificassem o reajuste de forma proporcional. Depois disso, já no início de janeiro, realizaram mais um reajuste de R$ 0,10, agora alegando aumento do ICMS", frisou Alexandre, em um vídeo que publicou nas suas redes sociais.
Ao relembrar a CPI que presidiu em 2019, o vereador explicou que, naquele momento, teve forte convicção da prática de alinhamento de preços pelos postos da cidade, conforme relatório que encaminhou à época ao Ministério Público, juntamente com toda a documentação do que foi apurado no curso dos trabalhos da comissão parlamentar de inquérito.
"Agora, diante deste cenário, vamos nos unir ao bom trabalho realizado pelo Procon Municipal e novamente provocar o assunto na Câmara Municipal de Campina Grande, afinal, essa possível cartelização representa uma conduta ilegal que afeta diretamente o bolso da população e a economia da cidade, devendo ser acompanhada de perto e denunciada pelo poder legislativo", disse.



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