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Europa vive segunda onda de restrições após alta de casos da covid

 



As restrições e o medo de novos confinamentos aumentam na Europa em frente a uma segunda onda de contágios do novo coronavírus. A Espanha é o país com mais casos de covid na União Europeia e tem um segundo epicentro da pandemia em Madri. Até segunda-feira (21), 850 mil pessoas tiveram a liberdade de movimentação limitada, em uma espécie de lockdown parcial. Pelas regras adotadas, nas zonas mais pobres e povoadas de Madrid, significa que só será possível sair das zonas afetadas para atividades essenciais, como ir ao trabalho, frequentar a universidade ou cuidar de um idoso.

Além disso, outras medidas entraram em vigor, como a limitação de reuniões a seis pessoas, a redução da capacidade para 50%, enquanto os velórios são limitados a quinze pessoas ao ar livre e dez em locais fechados. Os locais de culto em Madrid deverão limitar a entrada de pessoas a 33% da capacidade máxima e parques e jardins estão fechados.

Em Lyon, na França, a terceira cidade mais populosa do país, anunciará em breve medidas para conter a pandemia do coronavírus. Assim, junta-se a outras grandes cidades do país, como Nice, Bordéus e Marselha. Em todos eles, a taxa de infecção é três ou quatro vezes superior ao nível de alerta de 50 casos por 100 mil habitantes.

A pandemia covid-19 também está aumentando em todo o Reino Unido. As infecções diárias podem chegar a 50.000 e as mortes a mais de 200 por dia em meados de outubro se não forem tomadas medidas para conter o coronavírus, disse o diretor científico do governo, Patrick Vallance. Os casos da doença dobram a cada sete dias, mas sem restrições a velocidade de expansão da pandemia vai disparar, explicou Vallance em apresentação junto com o diretor médico do governo, Chris Whitty.

R7


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