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João Azevêdo não aceita ser o vice-presidente do PSB e mantém postura contrária a dissolução no comando do partido


Na carta, João e os demais subscritores revelam o passo das relações internas no partido e condenam o ato final de dissolução do diretório com a consequente queda de Edvaldo Rosas da presidência. E dizem que não há interesse na participação da Comissão Provisória.
A missiva termina com as palavras escritas em letras garrafais “DEMOCRACIA, SEMPRE. RETROCESSO JAMAIS!”
Paraíba.com.br

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