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"Estudantes" estariam planejando massacre igual ao ocorrido em escola de Suzano para a próxima quarta (29), em Campina Grande



Circula em alguns grupos de whatsapp, prints de mensagens de supostos estudantes que estariam se utilizando da Deep Web para planejarem um massacre em alguma escola de Campina Grande. O fato é que os prints dessas mensagens estão causando verdadeiro pânico em pais e mães de alunos de toda rede escolar, seja ela pública ou privada.

Segundo as informações que estão sendo repassadas nos grupos de Whatsapp, a Polícia Civil já foi informada do fato e já estaria tomando as providências. Algumas escolas da rede privada também já garantiram aos pais que não se preocupassem, porque as medidas cabíveis já estariam sendo tomadas para evitar uma tragédia como a que houve em Suzano, em São Paulo, em março deste ano.

As mensagens mencionam algumas características físicas da suposta escola a ser atacada. São elas: duas portas de acesso, uma para estudantes e outra para carros; sala dos professores sempre aberta; sem câmeras de segurança nem alarmes. Eles também afirmam que os vigilantes são fora de forma e qualquer golpe, cairiam; citam também professores e diretores esquerdistas e asseguram que polícia é igual a papel e não serve para nada.

Os supostos “estudantes” dizem também que a estratégia seria começar a atirar dentro da sala dos professores, seguindo nas demais salas, enquanto um outro, ficaria nas demais portas de saída com molotov e machadinha para evitar que alguém saísse e o massacre possa ser efetivado com eficiência de 0,1% de chances de alguém escapar.

O Blog questionou em um dos grupos de Whatsapp de Segurança o que a Polícia poderia fazer em casos como esses e a resposta de um dos policiais foi que teria que manter sigilo, mesmo entendendo o desespero dos pais dos estudantes. "Várias. Mas o ideal é não divulga-las. Sei que os pais estão desesperados, mas é  necessário o sigilo", destacou.






Abril

Em abril desse ano, o diretor da Escola Estadual Humberto Lucena, localizada no bairro do Cruzeiro, em Campina Grande, procurou a polícia para denunciar que um dos alunos da instituição teria ameaçado cometer o mesmo massacre que ocorreu na cidade de Suzano, em São Paulo.

De acordo com o boletim de ocorrência, o diretor tomou conhecimento do fato através de uma aluna, que teria revelado a possível intenção do estudante em praticar o mesmo ataque.

A tragédia estava programada para ser executada no início do mês de junho, aproveitando as férias do porteiro da escola.

Ainda segundo a denúncia, o estudante estava aguardando conseguir munição para executar o ataque. Ele também planejava usar armas de brinquedo para ameaçar colegas.

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