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Romero lamenta desabastecimento em Campina Grande e critica “sucateamento” da Cagepa



Os transtornos que a população de Campina Grande tem enfrentado nos últimos dias, por conta da falta d’água, foram lamentados nesta quarta-feira, 20, por parte do prefeito Romero Rodrigues. Segundo ele, o problema é devido ao sucateamento da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa). Segundo ele, a empresa não conta com os equipamentos necessários e suficientes para oferecer bons serviços à coletividade campinense, que foi atingida de surpresa com esta inusitada crise hídrica. 

“Até reconheço que o gerente regional da Cagepa, Ronaldo Menezes, tem-se esforçado para o cumprimento das suas obrigações, mas, infelizmente, a nossa companhia de águas e esgotos não reúne as devidas condições materiais para atender às demandas e especialmente sanar as situações emergenciais do setor de abastecimento d’água”, afirmou O prefeito, em entrevista à Rádio Campina Grande FM.

Romero Rodrigues disse estar evidente o fato de que a Cagepa não contava com equipamentos (a exemplo de transformadores) para resolver os problemas que ocasionaram a falta d’água na cidade. Conforme lembrou, a situação é muito grave, pois setores fundamentais foram afetados, a exemplo de hospitais como Pedro I, Isea e Edgley Maciel, que presta serviços na área de hemodiálise. Sequer um plano emergencial foi oferecido pela empresa.

Diante disso, até os postos de saúde do município estão com atividades suspensas, objetivando priorizar o funcionamento de hospitais. Para tanto, a PMCG está atendendo estes setores prioritários com o emprego de carros pipa.

Para o prefeito, o Governo do Estado precisa investir na modernização da Cagepa, com a compra de novos equipamentos e a capacitação técnica da sua equipe. Em sua avaliação, enquanto isto não ocorrer a cidade será sempre prejudicada com a falta de investimentos, pois a segurança hídrica inibe a implantação de novos empreendimentos na cidade.

Por outro lado, lembrou que a Cagepa, em Campina Grande, tem uma concessão de mais de 50 anos, mas a cidade não é remunerada por aquela companhia de água. Em sua visão, este modelo atrasado deve ser repensado, embora não exista da sua parte nenhuma decisão sobre esta questão específica.

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