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CMCG

Ivonete Ludgério afirma que violência contra a mulher não aumentou e sim a coragem para denunciar seus algozes




A presidente da Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG), vereadora Ivonete Ludgério acredita que os casos de violência contra a mulher atualmente não aumentaram, mas sim a coragem de cada uma delas em não mais calar diante dos abusos sofridos e denunciar seus algozes. “Acredito que a violência continua do mesmo tamanho, o que aumentou foi o número de denúncias”, destacou a parlamentar.

A afirmação foi dada em entrevista coletiva realizada, na manhã desta terça-feira (12), na Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG), durante realização de uma sessão especial alusiva ao Dia Internacional da Mulher e instalação da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Mulher.

Para Ivonete Ludgério a velha máxima de “briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”, não condiz mais com a realidade e atualmente não precisa nem ser vizinho ou conhecido para que uma atitude seja tomada. “Hoje em dia quando a mulher, por algum motivo, tem medo de denunciar, um vizinho denuncia ou alguém que está na rua vendo aquilo filma e expõe nas redes sociais e isso tem contribuído e muito para o alto índice de registros oficiais que temos tido conhecimento”, explicou.

Ivonete acredita que a luta em defesa dos direitos por igualdade, a Lei Maria da Penha e todas as entidades envolvidas no sentido de acolher mulheres que são agredidas física ou psicologicamente tem contribuído, inclusive, para encoraja-las a denunciar seus companheiros ou familiares que se utilizam de meios rudes para lidar com situações cotidianas.

“Alguns homens continuam selvagens, na idade da pedra, mas creio que atualmente se fala mais nisso porque hoje as mulheres estão mais atentas e mais corajosas para denunciarem, também existe aquela vizinha ou vizinho que faz isso por ela, tem também pessoas desconhecidas nas ruas que veem um homem violentando uma mulher forma psicologicamente ou fisicamente, ele filma, expõe e denuncia, além de todas as entidades engajadas em defesa da mulher”, pontuou Ivonete Ludgério.

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