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Apesar de reconhecer a necessidade do reajuste concedido aos ministros do STF, futura senadora da PB assegura que o momento é inoportuno




A futura senadora da Paraíba, Daniella Ribeiro (PP) afirmou, na manhã desta segunda-feira (12), que apesar de reconhecer que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), devem receber bem, até mesmo para evitar de serem corrompidos, assegura que o momento para o reajuste concedido pelos atuais senadores do país, não foi oportuno. “É importante que eles sejam bem remunerados, porque são cargos que definem vida de pessoas, que não podem passar pela possibilidade de serem corrompidos, mas o momento é inoportuno”, destacou.

Daniella Ribeiro disse também que se, em tese, toda a sociedade ganhasse bem, ou seja, correspondente às suas profissões, o reajuste concedido aos ministros do STF, seria aceito com mais tranquilidade pela sociedade, mas assegurou que o momento é de reduzir privilégios, salários, dentre outros fatores. “Acredito que para a sociedade como um todo se a gente diminuir privilégios, não falo só de privilégios, salários, etc e digo que, em tese, se todos ganhassem bem, seria importante, mas repito, o momento para esse reajuste é inoportuno”, frisou.

A atual deputada estadual, assegurou que o país começou a sair de uma grande recessão e que os números da economia do país, vem refletindo isso. Portanto, é o período de se concentrar em ações que possam reduzir gastos supérfluos e se concentrar no que a sociedade está pedindo e vendo. Ela citou exemplo de sua atuação frente a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e destacou seu voto contrário ao 14º salário e também ao fim do “auxílio paletó”.

“Hoje faço minha avaliação enquanto deputada, mas ano que vem estarei fazendo como senador e tomarei as decisões do meu voto, me mantendo atenta ao que a sociedade está pedindo. Meu trabalho na ALPB, foi assim e continuará sendo, porque tenho a política como uma missão em minha vida. Por exemplo, na Assembleia fui contra o 14º salário que era pago aos deputados estaduais e também fui a favor do fim do auxílio paletó”, ponderou Daniella Ribeiro.

Quanto as possíveis pendências jurídicas da maioria do senadores, que votaram a favor do reajuste, servir como uma “troca de favores” por receio, a futura senadora, Daniella Ribeiro disse que cada um tem sua consciência e que prefere não fazer avaliações sobre esse assunto, até porque essa é uma resposta que só eles próprios podem argumentar o fato sobre o qual os levou a votarem a favor do reajuste.

“Prefiro não fazer esse julgamento, sobre isso eu me calo. Acho que cada um tem a sua consciência e isso deve ser questionado a cada um deles, o motivo do seu voto”, finalizou Daniella Ribeiro.

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