Na tentativa de mostrar seu poder “de fogo” e de subserviência ao presidiário-mor petista, assim como faz o poste Haddad e desejando provar que o presidenciável, Jair Bolsonaro 17, não terá votação expressiva, em “seu estado”, frente ao restante do Brasil, o governador Ricardo Coutinho (PSB), decidiu estancar essa possibilidade. A carreata do último final de semana, em Campina Grande assustou até os mais incrédulos.

Para isso, segundo denúncias que chegaram a esta redação, distribuiu os policiais militares para trabalharem, nestas eleições, só que escolheu a dedo as cidades mais distantes dos domicílios eleitorais dos guerreiros. Os policiais não foram avisados a tempo de solicitar, junto à Justiça Eleitoral, o direito ao voto em trânsito que seria, no mínimo, de 45 dias. Portanto, surrupiando-lhes o direito ao voto.

O governador sabe e tem plena convicção de que grande parte da Polícia Militar não vota no poste dele e, em média, 98% da Corporação vota em Bolsonaro para presidente. Logo, de acordo com o desabafo de alguns policiais nos bastidores, sua mente vil conseguiu ardilosamente, tramar mais esse mal contra a nação brasileira, como já é costume da “esquerda do bem”, que sempre age silenciosa e rasteiramente.

A mente medonha do governador da Paraíba, se inspira nos moldes ditatoriais, retirando direitos dos seus adversários e concedendo favores aos seus aliados. Outro fator, que pode tê-lo estimulado a tomar tal atitude foi a decisão por 7 a 2 do Supremo Tribunal Federal (STF), em cancelar os títulos sem biometria, que totalizaram 3,3 milhões de eleitores, em sua maioria no Nordeste, que não poderão votar nas eleições deste ano. 

Não é à toa que o pedido de liminar impetrado no Supremo, solicitando evitar o cancelamento, foi do seu partido em conluio com o PT e PC do B.

Quando cito que é de praxe que o governador da Paraíba concede favores a “amigos” e rigores da lei a “inimigos”, é porque até num instante de ansiar por democracia, ele consegue ser contraditório. Senão, vejamos, no dia da votação no STF, o advogado do PSB, Daniel Sarmento disse que a legenda defende a inclusão política como forma indispensável para a democracia. No entanto, aqui na Paraíba, ele dá seu jeitinho de impedir que os militares exerçam seu direito ao voto.

Ainda segundo o advogado do PSB, Sarmento, a imposição de entraves burocráticos não podem excluir “o eleitor pobre e que tem menos informação”. Ele negou que a ação tenha motivações políticas às vésperas das eleições. Será mesmo?!

Desse montante de títulos cancelados, aproximadamente 124 mil são do estado da Paraíba. Daí, provavelmente, tomando por base os próprios argumentos do advogado do PSB (Sarmento), devem ser de “pobres mortais”, que são facilmente manipulados a votarem neles, ou seja, teria que haver compensação. E ela veio com a decisão de impedir, uma média de 4,6 mil policiais de votarem em Jair Bolsonaro. Sim, em Jair Bolsonaro, porque é indubitável que os militares optem pelo “Mito” e também, provavelmente, votem contra o “poste da Paraíba”.

Denúncia

Não achando pouco, além de distribuir, maliciosamente e maldosamente, os militares, tirando-lhes a garantia da democracia do voto, o governador ditador da Paraíba, não oferece as mínimas condições a corporação, segundo denúncias dos próprios militares nos bastidores. 

A denúncia diz ainda que, como a Polícia Militar da Paraíba não tem pistolas suficientes, teve que ressuscitar os revólveres e, a maioria também está indo sem colete à prova de balas, ou seja, estão entregues às baratas e propensos a arriscar às suas vidas, além do que já arriscam diariamente.

Print da denúncia abaixo:



Ouça o áudio da denúncia: