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Paulino revela que esta é sua última campanha e escreverá livro sobre ela

Já na reta final da campanha para o Senado Federal pelo MDB, o ex-governador da Paraíba Roberto Paulino disse que esta será sua última candidatura e que não vai mais se candidatar a nada.
Ele revelou ainda que deverá escrever um livro sobre todo o processo eleitoral de 2018, quando apenas ele e o deputado Raniery Paulino ficaram a favor da candidatura do senador José Maranhão ao governo do Estado.
A declaração foi dada durante entrevista concedida à imprensa nesta terça-feira (25), em João Pessoa.
Conforme o candidato, nessa campanha ele viu de tudo, só faltou ver boi voar. Contudo, acha que a sua campanha vai bem e quer ver o senador Maranhão governar novamente o Estado porque  considera o melhor candidato.
“Nós temos um bom produto na praça que é Zé Maranhão, mas para ele sair da prateleira só teve duas pessoas que o ajudaram: eu e meu filho Raniery. O restante foi embora e outros que ficaram queriam que ele apoiasse Lucélio Cartaxo ou Ricardo Coutinho, mas nós não deixamos porque eu acho que Maranhão é o homem para governar esse Estado. Eu queria também mostrar a força do MDB e mostramos por que o nosso partido é diferenciado”, avaliou.
Indagado se ele estaria decepcionado com o que tem visto e por isso tomou tal decisão, Paulino disse que não e que quer tão somente ajudar ao seu partido. “Não estou decepcionado com ninguém”, disse. Contudo, o candidato afirmou que só iria revelar os dissabores após ter passado todo o processo eleitoral e no livro que escreverá.
Segundo ele, os que deram as costas a Maranhão vão voltar quando o senador se eleger a governador da Paraíba, e o MDB voltará a ser grande.
“Eles já estão voltando e serão bem recebidos. Até porque o bom filho a casa torna. Eles erraram e todo mundo tem o direito de errar. Meu pai dizia muito que errar é humano e perdoar é necessário”, enfatizou.
Indagado para quem seria o seu voto para o segundo candidato ao Senado Federal, já que o MDB só tem ele como candidato, Paulino respondeu que vai votar em Nivaldo Mangueira, candidato do PSOL, por achá-lo um homem simpático, inteligente, simples e humano. Ele admitiu que foi seduzido pela viola e a rural, instrumentos utilizados pelo psolista para angariar votos.

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