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Dono de empresa acusada de golpe na PB diz que ‘sumiu’ depois de ser ameaçado


O dono da agência de viagens que foi acusada de aplicar golpes em clientes da Paraíba, durante o Carnaval divulgou um áudio em redes sociais dando explicações para os problemas. Rayfranci Camilo Diniz disse que foi ameaçado de morte e por isso abandonou as atividades, deixando os clientes sem explicações. Ele declara que saiu do país, por segurança, mas disse que vai ressarcir os clientes.
Os problemas ocorreram em excursões entre cidades da Paraíba para carnavais em Olinda e Recife, em Pernambuco, e para Salvador, na Bahia. Entre os casos, clientes que estavam hospedados em uma casa em Olinda foram expulsos pelo dono do imóvel que alegou falta de pagamento. Também foram registrados problemas em viagens de “bate e volta” (viagens de ida e retorno no mesmo dia) e faltar de hospedagens, informa reportagem do G1.
Sobre o caso dos clientes despejados da casa em Olinda, o dono da agência disse que já havia pago 70% do valor e que precisou ir a Campina Grande resolver problemas que estavam ocorrendo nas viagens de “bate e volta”.
“Eu tive que me ausentar. Voltei para Campina Grande na segunda-feira. Antes de sair de Olinda eu mandei mensagem pro dono da casa, informando minha ausência. Porém quando ele chegou (na casa para cobrar) ele já foi brigando com o pessoal da casa e expulsando”, disse Rayfranci.
O dono da agência de viagens disse que teria sido ameaçado pelo dono do imóvel. “Um policial me mandou uma mensagem alertando que o dono da casa era uma pessoa perigosa e que eu poderia levar um tiro em Campina Grande ou Olinda. Ele (o dono da casa) mandou mensagem dizendo que estava expulsando o pessoal da casa e que iria me procurar, armado”, explicou o dono da agência.
Em Salvador, na Bahia, clientes que compraram pacotes para passar o Carnaval foram surpreendidos ao chegaram ao hotel e descobrirem que não havia reservas feitas, nem as hospedagens estavam pagas. Na ocasião, o responsável pelo hotel abrigou os clientes e fez um acordo para pagamento, caso a agência não pagasse. O dono da agência de viagens não comentou sobre esse problema, mas garantiu que iria “honrar os compromissos”.

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