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Léo Gadelha defende redução da dependência do poder público, mas parentes miram cargos


Ex-presidente do INSS e servidor concursado do Senado Federal, o ex-deputado federal Léo Gadelha, do PSC, não esconde de ninguém que quer disputar novamente o mandato de deputado federal em 2018. Assim como ele, outros familiares também almejam o mesmo – um mandato eletivo. Já ventilaram a possibilidades o ex-prefeito de Sousa André Gadelha (PMDB), o empresário Dalton Gadelha (PSC) e o deputado estadual Renato Gadelha (PSC).

Mas, enquanto tem quase meia dúzia de parentes de olho no mandato público, o que traz consigo muitas benesses que são alheias ao trabalhador assalariado, Léo defende a redução do grau de dependência da população do poder público e foquem no empreendedorismo.

Ele cita, como exemplo o parente, Dalton Gadelha, que é médico e um empresário empreendedor, que, coincidentemente admite também disputar um mandato em 2018.

“Eu acho que Dalton é um empreendedor que hoje é um orgulho para o Estado da Paraíba e a gente precisa semear exemplos com esse. A Paraíba precisa criar novos empreendedores. A gente precisa diminuir um pouco o nosso grau de dependência do poder público e Dalton sintetiza isso, o sentimento de que o paraibano é capaz de produzir aqui. Nós temos inúmeros casos de paraibanos que precisaram ir para outros estados para serem reconhecidos e Dalton é uma exceção. Acho que seria um nome que orgulharia muito a Paraíba. Eu tenho a pretensão de disputar um mandato de deputado federal, isso me orgulharia muito. Se houver um espaço para Dalton disputar o Senado eu não tenho a menor dúvida de que a Paraíba estaria muito bem representada”, disse. Parentes no páreo

Segundo Léo Gadelha, as postulações na família, no momento oportuno terão que ser reduzidas – alguém terá que ceder. Ele lembra que é o nome do projeto e do partido que está em jogo.

“É claro que gente deve ter consciência plena de que não podemos ter um número tão grande de candidatos vindo do mesmo núcleo familiar. Acho que isso não faz bem para cultura democrática e acho que isso não é bom para o nosso próprio partido. Nós vamos ter que encontrar algum tipo de solução e vamos encontrar conversando. Somos todos pessoas que têm compromissos com Sousa e com toda a Paraíba e entendemos a importância de termos candidaturas competitivas e viáveis. Nem seria bom para cultura democrática e para o próprio projeto político do grupo. Vamos encontrar uma forma que nos permita diminuir esse número de candidaturas. Na hora H, na hora de definir as candidaturas, certamente teremos um enxugamento”, arrematou.




PB Agora

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