Uma denúncia feita por uma pessoa que pediu para não ser identificada aponta possíveis dificuldades no atendimento do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Segundo o relato, a unidade, que deveria contar com seis médicos anestesistas por plantão, estaria funcionando atualmente com apenas dois profissionais.
Ainda de acordo com a denúncia, a redução no número de anestesistas estaria relacionada à falta de pagamento dos profissionais, que estariam sem receber pelos serviços prestados desde junho deste ano.
A situação também estaria afetando a realização de procedimentos cirúrgicos. Conforme relatos de pacientes, as cirurgias eletivas, incluindo procedimentos ortopédicos para tratamento de fraturas fechadas (sem exposição óssea), não estariam sendo realizadas.
O cenário vem preocupando pacientes e familiares, especialmente diante da possibilidade de atrasos em procedimentos que, embora não sejam considerados emergenciais, são necessários para a recuperação e a qualidade de vida dos pacientes.
A reportagem deixa espaço aberto para que a Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba se manifeste sobre as informações, esclareça a situação dos pagamentos aos anestesistas e informe se houve alterações na escala de profissionais e na realização das cirurgias eletivas na unidade.




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