-->

Mersinho Lucena denuncia calote do Governo da Paraíba no “Tá na Mesa” e alerta para risco de suspensão de refeições

O deputado federal Mersinho Lucena publicou nesta quinta-feira (21) um vídeo nas redes sociais fazendo duras críticas ao Governo da Paraíba e denunciando atrasos nos pagamentos do programa social “Tá na Mesa”. Segundo o parlamentar, fornecedores, pequenos empresários e trabalhadores ligados à iniciativa estariam enfrentando dificuldades financeiras devido à falta de repasses por parte da gestão estadual.

Mersinho afirmou que o programa, criado para garantir alimentação à população em situação de vulnerabilidade, estaria vivendo um cenário de insegurança e desorganização. O deputado classificou a situação como grave e alertou para os impactos econômicos causados pela suposta inadimplência do governo junto aos estabelecimentos credenciados.

“O Tá na Mesa agora mudou de nome para Tá no Serasa”, ironizou o parlamentar ao denunciar que restaurantes, cozinhas e pequenos negócios estariam acumulando prejuízos por não receberem os pagamentos referentes aos serviços prestados ao programa.

De acordo com o deputado, os atrasos não atingem apenas os empresários diretamente ligados ao projeto, mas toda a cadeia produtiva que depende do funcionamento da iniciativa. Na fala publicada nas redes sociais, Mersinho citou fornecedores de hortifruti, mercadinhos, distribuidores de gás, agricultores, cozinheiras e trabalhadores que, segundo ele, já estariam sentindo os impactos da crise.

O parlamentar também afirmou que cerca de 50 mil paraibanos podem ser prejudicados caso o problema não seja solucionado rapidamente. Para ele, a situação coloca em risco a continuidade da alimentação diária oferecida pelo programa social.

Mersinho Lucena cobrou uma resposta urgente do governador Lucas Ribeiro e pediu transparência em relação às denúncias investigadas pelo Ministério Público envolvendo supostos desvios de recursos no programa.

“Quem trabalha não pode levar calote e quem tem fome não pode esperar”, declarou o deputado ao exigir a regularização dos pagamentos e a retomada da normalidade do programa.

Postar um comentário

0 Comentários