Durante entrevista nesta quarta-feira (8), o deputado federal Romero Rodrigues também tratou das especulações em torno de quem poderá ocupar a vaga de vice em uma eventual chapa majoritária encabeçada por Cícero Lucena em 2026. Ao ser questionado sobre os nomes que circulam nos bastidores, Romero destacou as possibilidades entre vários nomes, inclusive o seu próprio.
Na fala, ele elogiou Diogo e destacou que se trata de um nome com peso político e tradição familiar. Segundo Romero, Diogo “agrega valor”, tem “o DNA de Campina Grande” e carrega uma trajetória ligada à história política da cidade, em referência ao legado da família Cunha Lima.
Apesar do reconhecimento, Romero evitou antecipar qualquer decisão. Ele afirmou que não pode decidir nem por Diogo nem por Cícero, destacando que a definição da chapa precisa passar por diálogo, construção coletiva e respeito ao calendário eleitoral.
Além de Diogo Cunha Lima, Romero também citou Fábio Ramalho como um nome “muito bom”, “testado e aprovado”, mas insistiu que há outros quadros dentro do grupo e que a escolha não deve ser feita de forma apressada.
Ao mencionar até a hipótese do próprio nome surgir nas especulações, Romero procurou demonstrar que o debate está aberto e que a prioridade, neste momento, deve ser a unidade do bloco político. Para ele, mais importante do que escolher agora entre A, B ou C é garantir que o grupo permaneça unido em torno de um projeto comum.




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