Segundo Efraim, o veto representa um erro grave por impedir que o Judiciário diferencie as condutas individuais, o que, na avaliação dele, acaba perpetuando excessos no julgamento de pessoas comuns. Para o senador, a decisão do presidente reforça um sentimento de perseguição política ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
“O veto impede a aplicação de penas proporcionais aos crimes do 8 de janeiro, perpetuando excessos no julgamento de pessoas simples e deixando claro o sentimento de perseguição a Jair Bolsonaro”, afirmou.
Efraim Filho também argumentou que a chamada “justiça pela metade” não atende às vítimas do processo judicial. De acordo com ele, há pais e mães de família que estão sendo punidos não apenas por suas ações, mas pelas ideias que defendem, o que, em sua visão, fere princípios fundamentais do Estado Democrático de Direito.
O senador destacou ainda o impacto social das decisões judiciais relacionadas ao caso, afirmando que a dor das famílias atingidas ecoa e sensibiliza a sociedade brasileira e paraibana. Diante disso, Efraim defendeu a derrubada do veto presidencial pelo Congresso Nacional.
“Caberá ao Congresso derrubar o veto, e para isso terá o meu voto”, concluiu o parlamentar.



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