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Atendimento a pacientes com suspeita da Covid-19 sairá da UPA e passará só para o Hospital Pedro I


 O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, informou  que o atendimento inicial aos pacientes com suspeita da Covid-19 vai migrar da Unidade de Pronto Atendimento do Alto Branco, para o Hospital Municipal Pedro I.

O objetivo dessa medida é retomar os atendimentos a outros perfis de pacientes, na UPA, e centralizar os pacientes com suspeita do novo coronavírus no hospital. Essa mudança no fluxo de atendimento só está sendo possível, graças à diminuição no número de pacientes internados no Pedro I.

“Vamos trazer todo o serviço de atendimento inicial para o Pedro I, que vai passar a fazer toda essa triagem e a UPA vai voltar a realizar os atendimentos rotineiros de clínica médica geral, pediatria, oftalmologia, ortopedia e outras especialidades porque, afinal de contas, as pessoas estão precisando desses outros atendimentos”, disse Romero.

A mudança ocorre a partir do dia 17 de agosto, quando o hospital já passa a receber os pacientes com suspeita. “Com isso, todos os pacientes com síndrome respiratória, ou seja, com falta de ar, tosse e outros sintomas da covid-19, devem passar a procurar o Hospital Pedro I, e não mais a UPA”, explicou o secretário municipal de Saúde, Filipe Reul.

A UPA, porém, vai realizar um processo de transição, para não deixar de atender os pacientes que, porventura, procurarem a Unidade, em vez do hospital. “Vamos criar dois fluxos na UPA Alto Branco, até o final do mês.

Um para pacientes de outras patologias e outro para atender aqueles com sintomas da covid-19 que, por acaso, forem até lá”, disse o diretor da UPA Alto Branco, médico Giovanny Roncally.

A UPA tem apresentado uma leve queda no número de atendimentos semanais. Isto também se dá pela descentralização do atendimento aos pacientes com suspeita de covid-19.

A testagem rápida está sendo realizada em 15 Unidades Básicas de Saúde. Além disso, o Hospital Municipal Pedro I tem apresentado uma baixa taxa de internação, ficando abaixo dos 40%.

Na última semana, o número de altas médicas foi superior ao de admissões de novos pacientes, pela primeira vez, desde o início da pandemia. Foram quase 50 altas e 44 admissões.

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