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Vice-presidente do CRM elogia medidas preventivas do município no combate ao coronavírus


A Câmara Municipal de Campina Grande realizou mais uma sessão ordinária remota na manhã desta terça-feira (14). Desta vez contou com a participação do vice-presidente do Conselho Regional de Medicina da Paraíba, o médico Antônio Henriques de França Neto. Ele fez um balanço sobre o período de pandemia e respondeu aos questionamentos dos vereadores. Segundo ele, as medidas preventivas tomadas pelo município em tempo hábil, fez a diferença.

De acordo com vice-presidente do CRM-PB, Campina Grande se encontra numa situação relativamente privilegiada em comparação às demais regiões do Estado, em relação ao número de leitos disponíveis de UTI e enfermaria, o que favorece o processo de flexibilização e reabertura das atividades comerciais. Ele lembrou que atualmente a região do Sertão paraibano é a mais preocupante neste quesito.

As medidas preventivas adotadas pelo município, segundo disse o médio Antônio Henriques, fez toda a diferença e estão refletindo positivamente nesse momento. Mesmo antes da doença se espalhar na cidade, a Prefeitura tomou a iniciativa de fechar o comércio, mantendo só os serviços essenciais, suspendeu as aulas, reduziu o número de transporte coletivo, destinou o Hospital Pedro I para tratamento exclusivo da Covid-19 e ampliou o número de leitos de enfermaria e UTI, distribuiu EPI’s e tomou várias outras medidas de segurança e controle. Grande parte delas contou com a participação direta da Câmara de Vereadores.

Mesmo assim, o vice-presidente do CRM lembrou que o problema ainda não acabou, que a situação ainda é preocupante e que a doença não foi controlada. “Por isso se faz necessário que mantenhamos os cuidados preventivos individuais, como usar máscara, lavar as mãos, evitar aglomerações e todas demais ações”, disse Antônio Henriques Neto.

Um dos assuntos mais debatidos foi o possível retorno às aulas presenciais. O representante do CRM declarou que não é recomendado esse retorno das atividades tanto para as escolas como para as universidades, devido às aglomerações que naturalmente se formam em salas de aula, além de gerar também a superlotação no sistema de transporte público.

Foram discutidas também as medidas de segurança para os bares e restaurantes, que retomaram as atividades na última segunda-feira (13) em Campina Grande; a prática de esportes coletivos; reaberturas de parques e liberação de atividades de lazer em áreas públicas; controle de grupos de riscos; entre vários outros assuntos.

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