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JUSTIÇA SUSPENDE CONTRATO DE R$ 96 MI DE HOSPITAL DE CAMPANHA NO CEARÁ


A Justiça do Ceará suspendeu nesta quinta-feira um contrato de R$ 96 milhões da prefeitura de Fortaleza com uma entidade que cuidaria de um hospital de campanha, para combater o coronavírus.
A entidade contratada emergencialmente, a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, foi alvo de uma ação popular, acusada de "vários escândalos de má gestão e corrupção em contratos públicos", e é investigada pelo Ministério Público Federal.
Os recursos seriam pagos pelo governo federal.
"Embora não se possa perder de vista a adoção dos cuidados e medidas necessárias ao enfrentamento da pandemia de coronavírus, com consequente dispêndio de recursos públicos, diga-se, o zelo com a coisa pública deve permanecer, em observância vinculada aos princípios que regem a administração", escreveu a juíza Cleiriane Lima Frota, do Tribunal de Justiça do estado, determinando a suspensão do contrato.
Com UTIs lotadas, o Ceará é o terceiro estado com mais casos da doença. São 2.386 pessoas infectadas e 124 mortes.
Para maio, a Secretaria de Saúde estadual projeta 250 mortes ao dia.

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