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CMCG

Mercado ignora saída de Bebianno do governo e Bolsa fecha em alta de 1,2%


Os investidores deixaram a cautela um pouco de lado, após assimilarem a saída de Gustavo Bebianno do governo, e imprimiram otimismo aos ativos, diante da expectativa positiva sobre a proposta de reforma da Previdência que o governo entregará nesta quarta-feira, 20, ao Congresso. O noticiário externo também ajudou, sobretudo diante de informações de que as conversas de China e Estados Unidos sobre suas relações comerciais têm evoluído a contento.

Em meio a isso, o dólar chegou a ser negociado na casa de R$ 3,70 ante o real na mínima do dia. Terminou com desvalorização de 0,48%, a R$ 3,7164. Já o Ibovespa, mesmo que pontualmente, voltou a superar a marca de 98 mil pontos, mas encerrou com ganho de 1,19%, aos 97.659,15 pontos.

A percepção que permeou as mesas de negócios é de que o Executivo levará um projeto robusto, ainda que permaneçam dúvidas sobre a articulação e tramitação do texto no Legislativo. A leitura nesta terça-feira, 19, foi de que houve algum exagero na efeito do caso Bebianno sobre os preços, o que abriu espaço para correções. Na segunda-feira, a Bolsa fechou em queda de mais de 1%.

O mercado apenas observou a divulgação de áudios, à tarde, com conversas entre o agora ex-ministro Gustavo Bebianno e o presidente Jair Bolsonaro. A leitura é de que não há nada que comprometa o presidente. O comportamento dos ativos, aliás, chegou a ser intensificado no período vespertino, em linha com as principais bolsas norte-americanas, que renovaram máximas depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as negociações comerciais com a China estão progredindo e sinalizou que as conversas podem se estender para além de 1º de março.

No mercado local, com os negócios no mercado financeiro praticamente encerrados, deputados impuseram nesta terça-feira a primeira derrota ao governo na Câmara. Eles aprovaram um projeto que susta os efeitos do decreto editado pelo vice-presidente Hamilton Mourão em janeiro que ampliou a funcionários comissionados e de segundo escalão o poder de impor sigilo a documentos públicos.

Terra

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