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Polícia Civil investiga o golpe Don Juan aplicado na Paraíba



O perfil na rede social é o principal caminho para a aplicação de um golpe, onde todo mundo é bonzinho, bonito, oferece todo tipo de vantagem, viagens e passeios por lugares jamais imaginados. Diz que tem boas intenções, procura pessoas que estejam com problemas, levam para bons hotéis, restaurantes e a partir do momento que ganha confiança começam a agir.

Muitos desses golpistas se apresentam como empresários conceituados, militares, servidores públicos de importantes cargos, além de fazer questão de apresentar cartões de crédito, aparecer com bons carros, geralmente locados, mas que dizem serem proprietários e outras mentiras para enganar as vítimas, que na grande maioria são mulheres que caem nas lábias dos golpistas.

Este ano, uma mulher compareceu à Delegacia de Defraudações e Falsificações para se queixar de ter sido vítima de um golpista que, na “conversa” conseguiu lhe ludibriar em R$ 80 mil. Segundo ela, o conversador lhe convenceu após demonstrar carinho, relacionamento amoroso a sacar o dinheiro que teria juntado com tanto sacrifício. O golpista teria dito que era para comprar um carro e um imóvel.

A jovem conheceu Marcos Antônio Gomes da Silva ou Marcos Antônio Cabral de Lima numa festa junina na cidade de Bananeiras, no Brejo paraibano. Além de se apresentar como empresário disse ainda ser geólogo da Petrobras, tinha um salário razoável e uma pensão, pois era viúvo e sua mulher era promotora pública na Bahia. Na delegacia, a vítima afirmou que o homem sempre se mostrava gentil, prestativo e solícito, deixando claro “as boas intenções” do suspeito até que o casal começou um namoro.

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