O vereador Saulo Noronha apresentou um projeto de lei que propõe incentivar o empreendedorismo tecnológico entre estudantes da Rede Municipal de Ensino de Campina Grande. A iniciativa busca estimular a criatividade, o pensamento crítico e o desenvolvimento de soluções inovadoras para problemas enfrentados pela comunidade.
A proposta prevê o incentivo a projetos que aproximem o aprendizado escolar de situações reais, permitindo que os alunos identifiquem desafios sociais, ambientais e econômicos e desenvolvam alternativas para enfrentá-los.
Entre as ações previstas estão a realização de feiras escolares de empreendedorismo e inovação, a apresentação de projetos estudantis, a criação de protótipos, aplicativos, produtos e serviços de interesse social, além de atividades educativas sobre planejamento, educação financeira e modelos de negócios.
O projeto também abre espaço para parcerias com universidades, instituições de ensino técnico, entidades de pesquisa e organizações públicas e privadas, respeitando a legislação vigente e as competências dos órgãos municipais de educação.
Na justificativa, Saulo Noronha destaca que a formação dos estudantes deve ir além do acesso ao conhecimento, oferecendo oportunidades para transformar ideias em iniciativas concretas. O vereador também ressalta a importância de aproximar os jovens do ambiente de ciência, tecnologia e inovação, áreas nas quais Campina Grande possui relevância regional.
“Queremos incentivar os estudantes a olhar para a realidade em que vivem, identificar problemas e buscar soluções por meio da criatividade, da tecnologia e do trabalho coletivo. A escola também pode ser um espaço para desenvolver ideias que contribuam com a comunidade e melhorem a qualidade de vida das pessoas”, destaca o vereador.
A proposta contempla iniciativas voltadas à sustentabilidade, à acessibilidade, à mobilidade urbana, à inclusão e à cidadania. A intenção é estimular uma aprendizagem mais prática, conectada às necessidades locais e capaz de desenvolver nos estudantes o senso de responsabilidade social.
O texto estabelece que as ações devem respeitar a faixa etária dos alunos, a inclusão educacional, a proteção de dados pessoais e os princípios da sustentabilidade e da responsabilidade social. A implementação também deverá observar as competências dos órgãos municipais responsáveis pela educação e a legislação orçamentária vigente.




0 Comentários