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Vereadora Waléria Assunção defende rigor na punição de investigado por maus-tratos a cachorro em Queimadas

A vereadora de Campina Grande, Waléria Assunção (PSB), voltou a se manifestar sobre o caso de maus-tratos a um cachorro registrado em Queimadas, no Agreste da Paraíba, e defendeu que o responsável seja punido com todo o rigor previsto na legislação. O episódio gerou forte comoção após as denúncias de que o animal foi agredido violentamente e lançado em uma fogueira ainda com vida.

A parlamentar afirmou que seguirá acompanhando o andamento do processo e reforçou que crimes dessa natureza precisam ser tratados com seriedade pelas autoridades.

Segundo Waléria, combater a impunidade é uma forma de prevenir novos episódios de violência contra os animais. Para ela, a aplicação da lei é indispensável para garantir que casos semelhantes não se repitam.

“Esse crime precisa ser apurado com rigor, e a Justiça deve aplicar uma punição exemplar, dentro do que prevê a legislação. Não podemos permitir que a impunidade incentive novos atos de crueldade. Nossa luta em defesa dos animais continua firme”, declarou.

A vereadora também comentou a decisão da Justiça que transformou a prisão em flagrante do investigado em prisão preventiva. De acordo com ela, a medida demonstra a gravidade dos fatos e reforça a necessidade de uma resposta firme do Poder Judiciário.

Na decisão, o magistrado destacou a extrema violência empregada no crime e considerou, entre outros aspectos, os antecedentes do investigado, que incluem registros por lesão corporal no contexto de violência doméstica, porte ilegal de arma de fogo, além de procedimentos relacionados a ameaça e lesão corporal.

Para Waléria Assunção, a proteção animal depende não apenas de conscientização, mas também da responsabilização efetiva de quem pratica maus-tratos.

“A violência nunca pode ser tratada como algo normal. Quando alguém age com tamanha crueldade contra um animal indefeso, demonstra um comportamento que preocupa toda a sociedade. É preciso fiscalização, responsabilização e o cumprimento da lei para proteger a vida e combater esse tipo de crime”, concluiu.

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