Durante sessão realizada na Câmara Municipal de Campina Grande nesta quinta-feira (18), o vereador Rafafá utilizou a tribuna para defender as mudanças promovidas no Hospital Pedro I e rebater informações sobre um possível fechamento da unidade.

Segundo o parlamentar, o hospital não foi fechado e tampouco corre o risco de encerrar suas atividades. De acordo com ele, a gestão municipal está realizando um processo de ampliação da estrutura hospitalar com o objetivo de aumentar a oferta de leitos e fortalecer a rede de atendimento da cidade.

“O Hospital Pedro I não fechou e nem vai fechar. Para ficar bem claro, o Hospital Pedro I está sendo ampliado”, afirmou.

Rafafá explicou que a retirada do atendimento de porta aberta da unidade segue a lógica adotada em outros hospitais de referência, que recebem pacientes encaminhados por serviços de urgência e emergência, como as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

“O hospital não é porta aberta. O hospital é para receber pacientes oriundos de serviços de porta aberta, como as UPAs. Isso acontece no Trauma, acontece no Hospital das Clínicas, acontece no Dr. Edgley e no Pedro I vai voltar a acontecer como era antes”, destacou.

O vereador argumentou ainda que muitos pacientes procuravam o Pedro I para demandas que poderiam ser resolvidas na atenção básica, o que acabava sobrecarregando a unidade hospitalar. Segundo ele, a ampliação da rede de atenção primária no município contribuiu para melhorar o acesso da população aos serviços de saúde.

“Hoje o Pedro I está parecendo um postão de saúde. As pessoas iam para o Pedro I podendo ter ido para o posto. Antigamente havia fila para conseguir uma ficha nos postos de saúde. Hoje isso mudou. Pelo contrário, o atendimento foi ampliado e existem unidades funcionando até as 21 horas”, ressaltou.

Ao concluir sua fala, Rafafá afirmou que a reestruturação do Hospital Pedro I tem como principal objetivo ampliar a capacidade de atendimento hospitalar de Campina Grande e ajudar a desafogar outras unidades da rede pública de saúde.

“A intenção do município é ampliar os leitos para que Campina Grande possa dar suporte e desafogar hospitais como o Trauma, o Hospital das Clínicas, o Hospital Universitário e o Dr. Edgley”, finalizou.