“Construção coletiva”: Veneziano detalha escolha de Diogo Cunha Lima para vice

O senador Veneziano Vital do Rêgo afirmou que recebeu com “muita alegria” a definição do nome do empresário Diogo Cunha Lima para compor como candidato a vice na chapa majoritária encabeçada pelo pré-candidato ao Governo da Paraíba, Cícero Lucena.

De acordo com o parlamentar, a escolha foi fruto de um consenso construído dentro do grupo político, especialmente a partir das articulações realizadas em Campina Grande. Veneziano ressaltou que a decisão atende à necessidade de equilíbrio na formação da chapa, contemplando diferentes regiões e lideranças do estado.

“O nome surge de uma construção coletiva, pensada para manter esse equilíbrio na chapa. Temos uma presença forte de Cícero na região metropolitana e, ao mesmo tempo, fortalecemos Campina Grande e outras regiões com essa indicação”, destacou.

O senador também enfatizou a participação de diversas lideranças no processo de definição, como Romero Rodrigues, Manoel Ludgério, Tovar Correia Lima e Fábio Ramalho, além de outros integrantes do grupo. Segundo ele, todos convergiram para o nome de Diogo Cunha Lima como uma alternativa capaz de contribuir com o projeto político.

Veneziano destacou ainda que a indicação foi acompanhada de uma manifestação espontânea de apoio por parte do empresário e de seu entorno, o que, segundo ele, reforça a confiança na sua participação na disputa. “Enxergamos a disposição, a força e a convicção de Diogo em colaborar com essa caminhada”, afirmou.

Relação com o PT

Questionado sobre o posicionamento do Partido dos Trabalhadores em Campina Grande, o senador afirmou que considera o tema já superado. Ele citou declarações do presidente nacional da legenda, Edinho Silva, e reiterou sua proximidade com o projeto político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo Veneziano, lideranças petistas como o ex-governador Ricardo Coutinho e a deputada Estela Bezerra já manifestaram confiança em sua atuação política, tanto no Senado quanto no cenário estadual.

Para o senador, o alinhamento com o PT e com o governo federal está consolidado e não deve ser um fator de instabilidade dentro do grupo político que articula a candidatura ao governo da Paraíba.

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