Sicário, espião de Vorcaro, tem morte encefálica sob custódia da PF em Belo Horizonte após atentado contra a própria vida

O detento Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apelidado de “Sicário” e um dos presos na Operação Compliance Zero, teve morte encefálica na noite desta quarta-feira (4/3). Ele estava sob custódia na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais (MG).

Segundo fontes da PF, o detento atentou contra a própria vida enquanto se encontrava nas dependências da instituição. A Polícia Federal confirmou que ele sofreu morte encefálica.

O caso foi comunicado ao gabinete do ministro André Mendonça, relator no Supremo Tribunal Federal (STF). A corporação informou que disponibilizará todos os registros em vídeo que detalham a dinâmica do ocorrido, conforme divulgado pela PF.

Investigado chegou a ser socorrido e levado ao hospital

Na tarde de quarta-feira, a PF já havia informado que “Sicário” recebeu socorro imediato de policiais federais que estavam no local. Ele passou por procedimentos de reanimação e foi transportado às pressas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital João XXIII, localizado no centro de Belo Horizonte.

Procedimento apuratório será aberto para esclarecer o caso

A Polícia Federal anunciou a abertura de um procedimento apuratório para investigar detalhadamente as circunstâncias que levaram à morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão. A investigação buscará esclarecer todos os fatos que culminaram no trágico desfecho.

Operação Compliance Zero e a prisão de “Sicário”

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, era um dos alvos da Operação Compliance Zero, que investiga crimes relacionados a uma organização criminosa. Sua prisão ocorreu no âmbito desta operação, e ele se encontrava detido na sede da PF em Minas Gerais quando o incidente ocorreu.

A morte encefálica de “Sicário”, o espião de Vorcaro, levanta questões sobre a segurança e os protocolos dentro das unidades de custódia da Polícia Federal. A PF se comprometeu a cooperar integralmente com as investigações para garantir a transparência do processo.

A divulgação dos vídeos e a abertura do procedimento apuratório são passos importantes para que a verdade sobre o ocorrido venha à tona e para que sejam tomadas as medidas cabíveis, caso necessário. A morte de “Sicário”, sob custódia, é um fato que demanda rigorosa apuração.




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