A vereadora Aninha Cardoso comentou a polêmica envolvendo a presidência da deputada Erika Hilton na Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados e adotou um tom cauteloso ao tratar do tema.
Durante entrevista, a parlamentar afirmou que não acompanhou profundamente o caso, pois está concentrada nas demandas locais de Campina Grande.
“Eu não acompanhei bem, porque estou muito focada nos problemas da nossa cidade. Não posso opinar sobre algo que não vi em detalhes”, afirmou.
Mesmo sem aprofundar a análise, Aninha destacou sua identidade enquanto mulher e reforçou a atuação feminina no legislativo municipal.
“Eu me represento como mulher. E aqui em Campina Grande temos uma comissão representada por mulheres fortes”, disse.
Questionada sobre ser favorável ou contrária à presença de uma mulher trans na presidência da comissão federal, a vereadora afirmou não tomar partido.
“Nem a favor, nem contra. Foi uma decisão democrática. Quem escolheu foram eles, e eu não posso julgar a capacidade de ninguém”, pontuou.
Aninha também ressaltou a importância do respeito nas discussões, evitando entrar em debates mais ideológicos sobre o tema.
“Eu respeito. O respeito tem que estar acima de tudo. Não cabe a mim condenar ou julgar”, concluiu.




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