A situação é considerada crítica pelos vigilantes, que relatam dificuldades para manter despesas básicas e garantir o sustento de suas famílias. Muitos afirmam que, mesmo diante dos atrasos, continuaram trabalhando na expectativa de uma regularização que até o momento não ocorreu.
Caso a paralisação se confirme, o impacto pode ser direto na rede estadual de ensino, já que a Kairos é responsável pela segurança de diversas unidades escolares. A ausência de vigilantes pode comprometer o funcionamento das escolas e a segurança de alunos, professores e demais profissionais da educação.
Os trabalhadores cobram uma posição urgente da empresa e das autoridades competentes, especialmente do Governo do Estado, responsável pelo contrato, para que os pagamentos sejam regularizados e a situação seja resolvida sem prejuízos ainda maiores à educação pública e aos próprios vigilantes.
Até o momento, não houve pronunciamento oficial da empresa Kairos sobre os atrasos denunciados.
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