Trabalhadores e concurseiros realizam ato público para cobrar mudanças e denunciar problemas na PBSaúde



Trabalhadores da Fundação PBSaúde, ao lado de concurseiros aprovados e integrantes do cadastro de reserva, irão às ruas nos dias 26 e 27 de janeiro para realizar um ato público unificado com o objetivo de cobrar mudanças estruturais, denunciar falhas na gestão e pressionar o Governo do Estado pelo atendimento de uma pauta extensa de reivindicações relacionadas às condições de trabalho e à valorização profissional na saúde pública da Paraíba.

A mobilização ocorrerá em Campina Grande e João Pessoa, em locais estratégicos, justamente para dar visibilidade às demandas que, segundo os organizadores, vêm sendo ignoradas pela administração da fundação. O movimento ressalta que o ato não tem caráter de apoio institucional à PBSaúde, mas sim de cobrança, reivindicação e protesto diante da insatisfação acumulada da categoria.

Em Campina Grande, o ato acontece no dia 26 de janeiro de 2026 (segunda-feira), a partir das 9h, em frente à Vice-Governadoria, no bairro Estação Velha. Já em João Pessoa, a manifestação será no dia 27 de janeiro de 2026 (terça-feira), também às 9h, em frente à sede da Fundação PBSaúde, no bairro Expedicionários.

Entre os principais pontos da pauta estão a falta de transparência na gestão, o retorno da escala 24x96 horas sem redução salarial, com garantia de duas folgas para os diaristas, além da publicação de edital de transferência para outras macrorregiões do estado. Os manifestantes também cobram a convocação dos aprovados no último concurso público, reajuste salarial, implantação de um plano de cargos, melhorias nas condições de trabalho e a regularização de direitos trabalhistas.

A pauta inclui ainda a liberação de empréstimos consignados, o cumprimento rigoroso do calendário de pagamento e a concessão ou atualização do vale-alimentação. Segundo os organizadores, essas reivindicações refletem problemas recorrentes enfrentados pelos profissionais que atuam na linha de frente da saúde pública estadual.

O ato será pacífico e aberto à participação de trabalhadores da saúde, concurseiros e da sociedade civil. A expectativa do movimento é que a mobilização pressione o Governo do Estado a abrir diálogo e apresentar respostas concretas às demandas apresentadas.


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