Segundo o parlamentar, o orçamento previsto para o próximo ano, estimado em cerca de R$ 2,44 bilhões, representa um crescimento pouco superior a R$ 40 milhões em relação ao ano anterior, o que, na avaliação dele, é insuficiente para atender às demandas de uma cidade do porte de Campina Grande.
“Isso mostra a dificuldade de administrar uma cidade grande com um orçamento que ainda é de cidade do interior. É uma preocupação muito grande para todos nós vereadores”, afirmou.
Alexandre destacou que a maioria dos parlamentares tinha interesse na aprovação das emendas impositivas, mas reconheceu que, diante das dificuldades financeiras enfrentadas pelo município, a implementação da medida se tornou inviável neste momento.
“Nós queríamos votar a emenda impositiva, mas, diante das circunstâncias e da situação de dificuldade que todos conhecem, ficou impossível avançar com isso agora”, explicou.
O vereador também rebateu declarações do colega Olimpio Oliveira, que teria afirmado que a Câmara aprova apenas projetos de interesse do Executivo municipal. Para Alexandre, a crítica é injusta e não condiz com a realidade do Legislativo.
“Não é verdade que esta Casa só aprova o que o prefeito quer. Nós aprovamos muitas emendas, inclusive de vereadores de oposição, como do próprio vereador Olímpio, que se tornaram lei e renderam, inclusive, dividendos políticos para eles”, ressaltou.
Ao final, Alexandre do Sindicato destacou que a Câmara Municipal atua de forma democrática e plural, aprovando matérias tanto da base governista quanto da oposição, sempre levando em consideração o interesse da população de Campina Grande.


0 Comentários