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Bruno diz que modernização da máquina pública não é mais uma opção

 



Para candidato do PSD, classe política brasileira precisa se reciclar sobre o modelo de gestão


O candidato do PSD à prefeitura de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, disse, nesta sexta-feira, em entrevista ao programa Hora H, do Portal Mais PB, que a modernização da máquina pública não é mais uma opção para os futuros gestores. De acordo com Bruno, o que já era uma realidade antes da pandemia do novo coronavírus agora impôs falta de opção nessa área.

“Na minha visão, já  era imprescindível mudar, mas agora é a única saída obrigatória", disse, com base em um trabalho científico acadêmico na área de Economia que publicou, no final do ano passado.

Bruno citou como exemplo as sessões remotas, realizadas pelo Congresso Nacional, e acredita que, num futuro muito próximo, a estrutura pública brasileira tem de rever os conceitos, para acompanhar as mudanças que vêm ocorrendo no mundo.

“O mundo vem mudando, de uma tal forma que, possivelmente, não seja mais necessária uma classe política tão grande quanto nós temos. E hoje, com as ferramentas que temos, de certificação digital, de conectividade, é bem possível, como já existe em outros países, que a gente comece a caminhar para um modelo de democracia em que alguns assuntos passarão pelo crivo direto do cidadão”, explicou.

De acordo com Bruno, no novo modelo que se aproxima, o cidadão vai poder opinar, em determinados assuntos, de forma direta sem, necessariamente, precisar gastar milhões de reais, por exemplo, com o Congresso Nacional. 

“Basta ver o custo que o Congresso representa, por dia, aos cofres públicos. Por ele, só ficam de fora dessa perspectiva as pautas essenciais, como segurança nacional, tributação, as relações previdenciárias, que são temas muito mais técnicos, que precisam ser discutidos com mais profundidade.

Para Bruno, as estruturas públicas dos municípios, nesses próximos anos, precisam entrar em um modelo de adequação, em função da inovação e da tecnologia ofertada, que vão permitir agilidade nos processos, menos interferência subjetiva, o que impõe à classe política entender que a regra não é mais a mesma.

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