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UFPB e UFCG estão entre as 10 melhores do Nordeste em ranking internacional

O deputado federal e presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, Pedro Cunha Lima (PSDB), destacou o compromisso educacional e investimentos em pesquisa e extensão das universidades federais da Paraíba (UFPB) e de Campina Grande (UFCG). Elas estão entre as 10 melhores instituições de ensino superior do Nordeste e as 50 do País, segundo ranking do World University Rankings 2020-21, divulgado pelo Center for World University Rankings. O ranking conta com duas mil instituições de ensino superior de todo o mundo, sendo 57 do Brasil.

Pedro ainda falou do excelente posicionamento da UFCG e UFPB paraibanas que nos últimos anos têm se colocado como as maiores produtoras de patentes ocupando o segundo e o quarto lugar no ranking nacional, respectivamente, com 136 patentes no total. “Tenho um orgulho danado em ter essas universidades entre as cinco que mais depositam patentes no país. Agora mais um orgulho em ver que o trabalho educacional oferecido as colocara em mais um ranking importante. Sabemos de todas as dificuldades enfrentadas pela educação brasileira e mesmo assim, conseguimos nos destacar oferecendo uma educação de qualidade”, disse.

De acordo com o ranking divulgado pelo Center for World University Rankings , a Universidade Federal da Paraíba está na posição 1.241, com 69 pontos em uma escala que vai até 100. Entre as instituições de ensino do país, a UFPB ocupa a 31° posição, sendo a 5ª melhor do Nordeste. Em relação à performance das pesquisas, a instituição ocupa a posição 1.177.

No ranking, a Universidade Federal de Campina Grande tem 66.8 pontos e ocupa a posição de 1.740 no mundo, estando em 49° entre as universidades do Brasil e em 8° entre as instituições nordestinas. Quanto a performance, a universidade ocupa a posição de número 1.661.

De acordo com Center for World University Rankings, para desenvolver o ranking foram avaliados fatores como a qualidade do ensino; a empregabilidade dos ex-alunos; a quantidade de acadêmicos que ganharam prêmios e medalhas internacionais; além do total de trabalhos de pesquisa realizados e ainda o número de pesquisas publicadas em revistas de “primeira linha” e influentes, assim como o número de trabalhos citados.


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