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Em depoimento à PF, testemunha revela que Adélio Bispo esteve no gabinete Jean Wyllys


Em depoimento à Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (27), Luciano Carvalho de Sá, conhecido como Mergulhador, contou que Adélio Bispo, o homem que tentou assassinar o presidente Jair Messias Bolsonaro, mantinha ligações com o ex-deputado federal do PSOL, Jean Wyllys. 

Luciano Carvalho de Sá pode ser a última testemunha viva que pode-se comprovar por meio de imagens, que esteve com Adélio Bispo. A foto de Mergulhador e Adélio rodou o Brasil pelas grandes emissoras de televisão na época do atentado. Segurando uma placa de "Fora Temer" e "Contra Políticos inúteis", Mergulhador participava de uma manifestação na paralização dos caminhoneiros em 2017. Adélio Bispo se aproximou e puxou conversa com Mergulhador, pediu para tirar uma foto junto, por causa da placa. De camisa vermelha, Adélio Bispo falou sobre os ideais de esquerda e disse para Mergulhador que nem todos os políticos são inúteis e que alguns de esquerda faziam um bom trabalho e deveriam voltar ao poder depois de um "golpe" de Temer. Ele se referiu de forma explícita, segundo Mergulhador aos políticos do partido PSOL, especificamente sobre Jean Wyllys. "Já estive com Jean Wyllys no anexo 4 da Câmara dos deputados por duas vezes. Voce precisa conhecer ele, nem todos os políticos são inúteis. Se quiser te levo lá", disse Adélio Bispo ao Mergulhador. 

A informação mostra fortes indícios de um braço político do esquema que tentou assassinar o então candidato Jair Bolsonaro. O depoimento de Mergulhador à Polícia Federal pode colocar Jean Wyllys  e o PSOL como suspeitos de serem os mandantes do crime que tentou tirar a vida do presidente. 

A Polícia Federal já havia identificado que o homem que estava ao lado da foto de Adélio Bispo, imagem que rodou o mundo na época era de uma pessoa identificada como Mergulhador, mas em um ano e quatro meses de Valeixo a frente da PF, a instituição não havia conseguido localizar a última testemunha viva do caso, que apareceu na noite deste domingo (26) em uma live com o jornalista Oswaldo Eustáquio, que assina esta coluna.
Menos de 20 minutos após encerrar a live, um delegado da Polícia Federal do sul do Brasil localizou a testemunha e informou que a Instituição estava a disposição para ouvir os fatos. Após os trâmites legais, o depoimento foi realizado nesta manhã e tem dois pontos importantes que certamente vão mudar o rumo das investigações. O primeiro ponto é o braço político do esquema que tentou assassinar Bolsonaro e o segundo ponto é que Adélio Bispo não aparenta problemas mentais. Ao contrário, se mostrou como uma pessoa esclarecida e bem politizada com ideis de esquerda muito claros.

Outras Testemunhas
Após a live com Luciano Mergulhador, mais três testemunhas entraram em contato para trazer a verdade sobre o caso.  O vigilante Wellington C., que não terá o sobrenome identificado por questões de segurança, pois algumas pessoas que poderiam ser testemunha do caso acabaram morrendo de forma misteriosa, também está disposto a contribuir com a PF. Em entrevista ao nosso núcleo de jornalismo investigativo ele contou que foi colega de trabalho de Adélio Bispo eu um Delivery de comida japonesa. E durante três meses dava carona para Adélio. "De maluco ele não tem nada, ao contrário, uma pessoa muito esclarecida, que fala bem e bem dos seus ideais ligados a esquerda e ao PSOL", disse Wellington, vigilante estava desempregado.

Ele contou a reportagem que tinha algumas habilidades na cozinha, fez uma entrevista em um delivery em  de comida japonesa em 2015 no Bairro Trindade em Florianópolis. Lá trabalhou com Adélio Bispo, que era auxiliar de cozinha, mesma função desempenhada por Wellington. Trabalharam juntos por três meses. Adélio falava muito sobre mortes e gostava de fazer conjecturas sobre o que teria ocorrida no caso da Boate Kiss.

Todos os dias eu dava carona para ele até a região do Saco dos Limões, onde ele morava. As vezes eles paravam tomar cerveja e conversar com os amigos. Adélio tomava refrigerante. Uma pessoa bem instruída, falava bonito. De maluco ele não tem nada. Falava muito sobre política, mas Wellington o ignorava sobre o assunto, pois não gostava do assunto. Um homem de esquerda, com papos de esquerda. "Um dia adicionei ele no Facebook e vi a bandeira do Brasil com símbolo comunista em um post. Achei estranho", disse Wellington.

"Quando vi a foto dele no jornal preso pela Polícia, não me surpreendeu que ele tentaria algo assim, não por ser louco, muito pelo contrário, mas por um plano, se utilizando de um homem não louco, um fanático para tentar Jair Bolsonaro. 

Wellington disse que Adélio sempre vinha com papos  de que a Esquerda era a solução para resolver os problemas do país, dizendo que o PSOL seria a salvação do país. Ele falava coisas conspiratórias, mas com muito nexo, parecia estudava muito sobre essas teorias. De louco de não tem nada. "Convivi três meses com o homem que tentou matar Bolsonaro e posso atestar que de maluco ele é uma pessoa sem problemas mentais aparentes, chegamos até marcar um dia de ir caçar no Rio Grande do Sul, o que não aconteceu pois deixei o emprego", disse. 

Além de Welington, mas dus testemunhas que estavam na escadaria da manifestação em 2017, que aparece a foto de Adélio junto com Mergulhador também procuraram a nossa redação atestando que o homem que tentou matar Bolsonaro se aproximou de Mergulhador e inclusive pediu os celulres delsas emprestado para tirar fotos da placa e disse que haviam alguns políticos do PSOL que não se enquadravam no texto, pois eram a salvação do Brasil e ele, Adélio, poderia levar elas para conhecer Jean Wyllys n anexo 4 da Câmara dos Deputados em Brasília, local que segundo ele, encontrou esteve no gabinete em 2013. Os registros da Câmara confirmam a presença de Adélio Bispo na Casa de leis, no entanto, foram apagados, ou não inseridos os dados do gabinete em que Adélio teria ido, mas com as informações dessas três testemunhas, o caso da tentativa de assassinatado de Bolsonaro por Adélio Bispo sofre uma reviravolta, pois o homem que foi absolvido por ser ininputável, na verdade de louco não tem nada e um braço político ligado ao PSOL a a Jean Wyllys surge como forte indício de que Adélio não agiu sozinho. No dia do atentado também há registros da entrada de Adélio na Câmara, o que seria um álibe perfeito se ele não fosse preso no dia.





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