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Advogado afirma que execução de Diretor do Jampa Digital está ligado a pessoas que fraquentavam a Granja Santana


Em entrevista a imprensa, o advogado criminalista Aluísio Regis Filho falou sobre o caso Bruno Ernesto, ex-diretor do projeto Jampa Digital,  que inicialmente foi tratado pela polícia como latrocínio, num inquérito policial realizado em tempo recorde e seis pessoas foram sentenciadas. Mas, dada as circunstâncias do crime, desde o princípio, foram suscitadas dúvidas sobre a possibilidade de execução.
Segundo a perícia policial, sequer verificou a quem pertenciam a arma e das munições utilizadas no assassinato. Depois, todos os pertences de Bruno Ernesto foram recuperados pela polícia, à exceção do seu notebook. Onde, coincidentemente, estavam todas as informações do Jampa Digital colhidas por Bruno Ernesto.
De acordo com os pais de Bruno Ernesto, Inês e Ricardo Moraes do Rego, poucos dias antes do crime, Bruno teria prestado um BO (Boletim de Ocorrência), denunciando a ocorrência de graves irregularidades no programa Jampa Digital.

Da Redação com Blog do Dércio.
Arma e munições – As armas só foram identificadas graças a uma investigação paralela realizada pelos pais de Bruno, como sendo dois revólveres marca Taurus (da Companhia Brasileira de Cartuchos), com numeração ND95941 e1180890. Também se descobriu que as munições usadas no crime foram de calibre 38 tipo SPL + P de marca CBC Hollow Point (dumdum) com o seguinte numeração de lote “AHQouO92”. Também foi elucidado que as armas e as munições foram adquiridas pelo governo do Estado.
O crime – Quando foi assassinado (em 7 de fevereiro de 2012), Bruno Ernesto era diretor de Infraestrutura e Suporte da Prefeitura de João Pessoa, por isso sua inevitável associação com o escândalo do Jampa Digital, já que ele era um dos coordenadores do programa que, dois anos depois, foi escândalo nacional, com uma extensa reportagem do Fantástico (Rede Globo).
Execução – O tiro na nuca, para a Polícia, é sinal de execução. Às vezes, por encomenda. Em entrevista à Imprensa, alguns bandidos chegaram a admitir terem sido contratados para realizar “o serviço”.


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