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Ex-governador detona João Azevêdo, acusa governador de promover política de ódio e revela arrependimento na eleição de João Azevêdo: “Peço desculpas por isso que está aí”


O ex-governador Ricardo Coutinho acusou o seu sucessor no Palácio da Redenção de promover um governo arcaico, pouco produtivo, de intrigas e realizar uma onda de ódio e perseguição contra os seus aliados do PSB. Coutinho, que foi entrevistado na noite de ontem, sugeriu que o atual governador era um mamulengo “nas mãos de uns poucos secretários”, lamentou o que chamou da “volta das capitanias hereditárias na administração” e mostrou arrependimento por ter indicado e ungido João Azevêdo. “Peço desculpas por isso que está aí”, detonou.
Ricardo disse que se sente arrependido por não ter concorrido ao senado e pela própria eleição de João Azevêdo, a quem acusou de mentiroso ao lembrar que o atual gestor praticamente implorou para que o líder socialista permanecesse no governo durante o pleito eleitoral. “Tinha uma eleição ganha para senador e fui para o sacrifício para que o projeto seguisse adiante, e lembro que o atual governador me pediu diversas vezes que não fosse candidato porque não conseguiria segurar dois meses de campanha”, confidenciou.
No mais fiel estilo ninguém segura a mão de ninguém, Ricardo Coutinho disse que João Azevêdo “abandonou os companheiros de partido” e preferiu reeditar a “velha política”. “É um governo que até hoje não disse a que veio, que não consegue fazer uma obra própria, enfim, um governo que não existe”, disparou.


tanaarea

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