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Trump confirma morte de chefe do Islamismo, Abu Bakr al-Baghdadi


O chefe do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, morreu durante uma operação militar dos Estados Unidos na Síria, afirmou o presidente norte-americano Donald Trump. O anúncio foi feito em pronunciamento na manhã deste domingo (27).
Trump disse que al-Baghdadi, um dos terroristas mais procurados do mundo, se suicidou ao acionar explosivos de um colete após ser perseguido em um túnel. A explosão matou ainda três crianças que estavam ao lado de al-Baghdadi.
Ainda de acordo com o pronunciamento de Trump, “nenhum oficial americano morreu durante a operação”, mas um dos cães militares usados na perseguição ficou ferido.
O presidente, que assistiu à ação ao lado do vice Mike Pence e de oficiais do exército americano, disse ainda que “onze crianças foram retiradas do local e estão bem”. Outras pessoas ligadas ao Estado Islâmico também morreram e algumas foram capturadas e presas.
Em seu pronunciamento, Trump utilizou palavras duras contra al-Baghdadi, dizendo que o terrorista “era um homem doente e degenerado, e agora ele já era.”
“O bandido que tentou tanto intimidar os outros passou seus últimos momentos com medo, pânico e pavor extremos, aterrorizado pelas forças americanas que se aproximavam dele”, completou.

Como foi a operação (Abu Bakr al-Baghdadi)

O relato de Trump é de que al-Baghdadi foi perseguido por cães militares norte-americanos até o fim de um túnel, “choramingando e chorando e gritando por todo o caminho”. Quando chegou ao final do percurso, acuado pelos cães, detonou os explosivos. Parte do túnel desabou.
Abu Bakr al-Baghdadi estava sendo perseguido em uma operação com oito helicópteros na província de Idlib, no noroeste da Síria. Fugiu pelo túnel ao ser encontrado em um imóvel, onde os militares entraram quebrando as paredes para evitar as armadilhas das portas.
Funcionários dos Estados Unidos disseram ao jornal “The New York Times” que o paradeiro de al-Baghdadi foi descoberto após o interrogatório de uma das esposas de al-Baghdadi e de um mensageiro. A região onde ele foi encontrado é controlada pela Al-Qaeda.
Segundo Trump, o corpo de Abu Bakr al-Baghdadi foi mutilado pela explosão, mas ainda assim foi possível fazer a identificação 15 minutos depois, por meio de teste de DNA.




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