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Polícia volta à Granja Comary atrás de informações sobre Neymar


TERESÓPOLIS, RJ (FOLHAPRESS) - A Polícia Civil do Rio de Janeiro voltou à Granja Comary na manhã desta segunda (3), com o objetivo de falar com o atacante Neymar.
Membros da DRCI (Delegacia de Repressão a Crimes de Informática) apuram a possibilidade de o atleta ter cometido crime ao divulgar imagens íntimas de uma mulher que o acusa de estupro.
Uma viatura entrou na Granja Comary às 11h44, enquanto o técnico Tite dava uma entrevista coletiva.
No domingo (1º), um carro da Polícia Civil já havia ido até a Granja Comary. O delegado Bruno Gilaberte, do 110º Distrito Policial (Teresópolis), buscava informações sobre Neymar.
O jogador não se encontrava na concentração no momento da ida do delegado ao local. Ele estava no fim de um período de folga, concedido a todos os atletas da seleção, e retornou posteriormente, de helicóptero.
O delegado e um inspetor permaneceram na Granja Comary por cerca de uma hora no domingo. Eles foram recebidos pelo chefe da segurança da CBF e por um dos responsáveis pela administração da sede da confederação na região serrana do Rio.
Chegou-se à conclusão de que o atacante não estava em Teresópolis quando gravou o vídeo no sábado, motivo pelo qual o caso não ficou com o 110º DP. Os representantes da CBF que receberam a Polícia Civil não informaram onde estava o jogador, e o caso ficou com a DRCI.
As investigações no Rio de Janeiro e em São Paulo ocorrem de forma paralela. No Rio, é pela divulgação das imagens, enquanto o inquérito referente à acusação de estupro está em São Paulo.

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