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CMCG

Secretaria de Saúde divulga primeiro levantamento de infestação do Aedes aegypti


A Secretaria de Saúde de Campina Grande realizou esta semana o primeiro Levantamento Rápido de Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) no município. O levantamento mostra que 3,2% das casas vistoriadas apresentaram focos do mosquito. Foram inspecionadas 7.144 imóveis. No último levantamento de 2018 o índice tinha sido aproximado, já que na época foram encontrados focos em 3,3% das residências.

Com esse índice, o risco de proliferação das doenças transmitidas pelo Aedes, como Zika, Dengue, Chikungunya e Febre Amarela, se mantém médio, conforme a classificação do Ministério da Saúde. A maior parte dos criadouros foi encontrada em depósitos de água ao nível do chão, como cisternas, tambores e caixas d’água.

O menor índice foi registrado nos bairros Alto Branco, Centro e Prata (0,64%). O distrito de Galante teve o resultado mais preocupante (5,9). A Coordenação de Vigilância Ambiental compreende que houve um avanço porque os resultados mais altos caíram. “Antes nós tínhamos bairros com foco em mais de 11% das casas e agora o índice máximo foi em Galante com 5,9”, avaliou Rossandra Oliveira.

Rossandra atribuiu a queda no índice ao trabalho educativo realizado durante todo o ano de 2018. Mais de 20 bairros foram visitados com ações de limpeza de terrenos baldios, coleta de pneus, lixo e reservatórios da rua, combate ao mosquito nas casas, distribuição de peixes e hipoclorito de sódio, além das ações educativas com catadores de material reciclável e toda a população. As ações devem continuar em 2019 para reduzir ainda mais a presença do Aedes no município.

“Precisamos continuar vigilantes porque estamos no período de verão e calor, no qual o ciclo reprodutivo do mosquito fica mais rápido, o que faz com que ele se desenvolva em menos tempo e isso facilita a infestação. As pessoas devem continuar tampando seus baldes, caixas, garrafas, colocando telas nas janelas, evitando o acúmulo de lixo e conscientizando os vizinhos”, alertou o Diretor de Vigilância em Saúde, Miguel Dantas.  

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