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Os servidores municipais de Campina Grande estão recebendo, nesta quinta-feira, 20, o décimo terceiro salário de 2018, conforme foi previamente anunciado pelo prefeito Romero Rodrigues. Com isso, o governo municipal cumpre pelo sexto ano seguido o pagamento do 13º dentro do prazo estabelecido por lei, apesar da grave crise econômica nacional que tem afetado a maioria dos municípios brasileiros. De acordo com o secretário municipal de Finanças, Joab Pacheco, com a liberação do décimo terceiro para 15 mil servidores ativos, inativos e pensionistas, a Prefeitura injeta na circulação da economia local cerca de R$ 28 milhões e 700 mil. Pacheco também confirmou que, até o final do mês, será paga a folha salarial referente ao mês de dezembro, honrando o compromisso do prefeito Romero Rodrigues de pagar os servidores em dia e dentro do mês trabalhado. Ainda segundo o secretário, a folha de dezembro deverá ser paga a partir do próximo dia 28. Balanço positivo Por sua vez, o prefeito Romero Rodrigues agradeceu o empenho de todos os servidores ativos e inativos para o bom funcionamento da máquina administrativa municipal, ao longo de 2018, o que tem sido fundamental, segundo ele, para a implantação de projetos, obras e ações de desenvolvimento da cidade em todas as áreas administrativas. Destacou que o ano administrativo foi extremamente positivo. Apesar das dificuldades, garante que em 2019 muitas outras obras e serviços serão efetivados em prol de toda a população campinense.


O deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB) pediu vistas, nesta quinta-feira (20),dentro da Comissão de Orçamento, do Projeto de Lei nº 2.033/18 de autoria do Governo do Estado que aumenta o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 18 mercadorias em 2%. “Não estou aqui para defender interesses do governador e sim da população. A sociedade que sofrerá com o pagamento de mais impostos, pois ao invés de enxugar a máquina, o governo aumenta impostos e sacrifica ainda mais a população”, disse.
 
Com o pedido de vistas, o bloco governista optou por não votar a Lei Orçamentária Anual, pois se tivesse feito, o projeto que aumenta impostos só poderia ser votado no próximo ano. “Poderíamos até votar a LOA, mas isso implicaria em não votar o projeto do aumento de impostos. A votação só poderia ser feita no ano que vem”, explicou.
 
Tovar informou que pediu vistas para que pudesse estudar uma pouco mais e discutir com as pessoas interessadas a matéria. Segundo ele, as classes que estão envolvidas não foram consultadas sobre o projeto. “Eu fui procurado pelas entidades representativas, empresários e a população que vai pagar mais impostos”, disse.
 
Na prática, o aumento inviabiliza a comercialização de carros acima de 140 cavalos, caminhões e motos acima de 250 cilindradas na Paraíba, uma vez que os consumidores migrarão para estados vizinhos. Para Tovar, o governador Ricardo Coutinho esperou apenas passar as eleições e chegar ao fim do mandato para impor uma nova carga tributária aos paraibanos. Ele afirmou que o aumento dos impostos vai provocar o fechamento de postos de trabalho, prejudicando a população.
 
Desde o início do seu mandato, Tovar defende a redução de impostos como forma de gerar emprego e renda. Ele divulga periodicamente o ‘Impostrômetro’, uma relação com todos os aumentos de tributos praticados pelo Governo do Estado. Ele lembrou ainda que nos últimos sete anos a tarifa da água na Paraíba chegou a aumentar 77,37%, a do gás residencial 59,62% e a do transporte em 49,81%, além do a aumentar impostos em até 12% como da energia elétrica.

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