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Delegado paraibano fala sobre desafios no combate ao crime organizado no Estado




A conexão entre o crime de lavagem de dinheiro e a ocultação de recursos nos chamados paraísos-fiscais vem sendo um dos principais desafios das autoridades policiais e judiciárias no combate as organizações criminosas que atuam em diversas. Segundo o delegado da Polícia Federal na Paraíba, Fabiano Emídio, responsável pela Delegacia de Combate à Corrupção e Crimes Financeiros e comandou as principais operações na Paraíba, como a Xeque-mate, Sete chaves e Pão e Circo, impedir a saída de recursos do País para os chamados paraísos-fiscais é o caminho para coibir os desvios de dinheiro público e as fraudes que causam prejuízo bilionário à sociedade.
Em entrevista recente e imprensa, para falar sobre o lançamento do seu livro ‘Lavagem de Dinheiro e Paraísos Fiscais – A captura da economia pelo crime organizado’, há um grande fluxo de dinheiro ilícito, cujo valor é muito elevado, mas que ainda não se pode estimar, que acabam sendo canalizado para os chamados paraísos fiscais, abalando a economia e causado prejuízo à população.
“Muito se fala que paraísos fiscais são usados para planejamento tributário, para que pessoas ricas depositem suas fortunas apenas para que paguem menos impostos, mas na verdade o que nós notamos é que os paraísos fiscais estão sendo utilizados cada vez mais como verdadeiros repositórios do dinheiro do crime”, declarou o delegado que cita casos práticos e alguns exemplos que acompanhou na Paraíba neste seu primeiro livro.
O delegado citou como exemplo um caso detectado na Operação Sem Fronteiras, em que um cidadão italiano que estava na Paraíba, remetia dinheiro de vendas fictícias de minério para a Suíça. “Essa venda era só fictícia na verdade ele estava jogando dinheiro na Suíça para proteção desse dinheiro”, relembrou.

PBAgora

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