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Xeque mate: membro TCE entra na mira do Ministério Público da Paraíba




A operação Xeque Mate, em Cabedelo, desencadeada pelo Ministério Público, com o apoio da Polícia Federal, não colocou em xeque apenas a idoneidade de políticos e empresários do Estado, mas também colocou sob suspeita membros da Corte do Tribunal de Contas da Paraíba.
A suspeita veio à tona durante o depoimento do radialista Fabiano Gomes, do Sistema Arapuan.
O comunicador, durante o interrogatório, foi questionado se algum integrante da Corte de Contas teria conhecimento das tratativas para impedir a construção de um Shopping na cidade de Cabedelo. Apesar da resposta ter sido negativa, a pulga ficou atrás da orelha e, ao que tudo leva a crer, acabou se tornando um princípio de uma crise institucional entre TCE e MP.
Ao tomar conhecimento da citação da Corte, o presidente do Tribunal de Contas, André Carlo Tôrres encaminhou um ofício ao Ministério Público para saber o porquê do questionamento durante a oitiva do radialista. O Ministério Público então respondeu, em um documento, fazendo exacerbado uso de todo o linguajar juridiquês que lhe é permitido, dando, com elegância, uma espécie de resposta, daquelas de 'quem fala o que quer, escuta o que não quer'.
Até agora não se sabe sobre quem recairia a suposta suspeita do Ministério Público.
Em 2015, no entanto, o TCE-PB suspendeu a licença para construir o Shopping na cidade portuária. A decisão, à época monocrática, foi do Conselheiro Fernando Catão.  Dias depois, em julho daquele mesmo ano, a Corte revogou a medida cautelar concedida pelo Conselheiro Fernando Catão, que suspendia a licença para a construção do empreendimento pertencente à construtora Marquise.
Veja o documento em que o TCE questiona ao MP o porquê da indagação ao radialista

Agora veja o ofício do MP respondendo ao questionamento


PBAgora

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