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CMCG

Leitos de obstetrícia serão ampliados em Campina Grande



Novo serviço deverá ser implantado no Hospital Pedro I

A Secretaria de Saúde de Campina Grande vai ampliar o número de leitos de obstetrícia na rede municipal de saúde da cidade. O objetivo é atender à demanda crescente de gestantes que buscam atendimento pelo SUS, assegurando a assistência de qualidade às parturientes. O novo serviço de obstetrícia deverá ser implantado no Hospital Municipal Pedro I ainda no primeiro semestre deste ano, com 21 novos leitos de retaguarda, para atender exclusivamente os partos de risco habitual.

De acordo com a secretária municipal de saúde, Luzia Pinto, uma a comissão técnica, que será composta por médicos obstetras e neonatologistas, técnicos da gestão municipal e representação do Conselho Municipal de Saúde, deve ser nomeada ainda esta semana para avaliar as adequações sanitárias que precisarão ser feitas no Pedro I para implantação do novo serviço na unidade hospitalar.

“Nossa expectativa é que a comissão possa finalizar o relatório em até duas semanas para que possamos iniciar as adequações necessárias no Pedro I já no mês de abril.  Com este novo serviço, vamos conseguir diminuir a sobrecarga de atendimentos no Instituto de Saúde Elpídio de Almeida, que é uma maternidade de referência em partos de alto risco para Campina Grande e mais e de 170 cidades paraibanas”, garantiu.

A secretária informou ainda que em 2017, foram realizados cerca de 6.700 partos no ISEA e que a maternidade já trabalha dentro da sua capacidade de atendimentos. “Em alguns meses do ano a média de partos ultrapassa em quase 30% a média de partos realizados por mês, que é de 560.  Mesmo contanto com o Hospital da FAP e da Clipsi, que são credenciados pelo SUS, a sobrecarga de atendimentos no ISEA é um reflexo da falta de assistência obstetrícia de qualidade nas diversas regiões do estado”, justificou.


Investimentos – Somente este ano, a Prefeitura investiu mais de R$700 mil na aquisição de equipamentos e material cirúrgico para o ISEA, como bisturi eletrônico, monitores cardíacos, eletrocardiógrafo, mesas cirúrgicas, por exemplo. Desde 2013, foram investidos mais de R$3 milhões em obras de reforma e ampliação da maternidade, que passou a contar novos serviços, a exemplo da UTI Materna e da Casa da Gestante. Nas próximas semanas o ISEA também vai ganhar uma nova UTI Neonatal.

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