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Paraíba tem oito trechos de praias impróprios ao banho no fim de semana


A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) voltou a classificar 48 praias do litoral paraibano como apropriadas para o banho. Os dados estão no relatório de balneabilidade divulgado semanalmente pelo órgão.

A qualidade da água varia entre excelente, muito boa e satisfatória. 

Em João Pessoa deve-se evitar a praia do Bessa I, na Avenida Presidente Afonso Pena, em frente ao estabelecimento comercial Sorveteria Friandise. A praia de Manaíra continua imprópria para o banho em toda sua extensão. Na praia do Cabo Branco, recomenda-se não tomar banho no final das ruas Av. Monsenhor Odilon Coutinho, Av. Buarque e no final da Av. Cabo Branco, 100 metros à direta e 100 metros à esquerda.

Já na Praia do Seixas, a Sudema classificou como impróprio para o banho o trecho que fica em frente à galeria de água pluvial do farol do Cabo Branco, 100 metros à direita e 100 metros à esquerda. Na Praia da Penha, o trecho localizado 100 metros à direita e 100 metros à esquerda da desembocadura do Rio do Cabelo não está apropriado para o banhoE na praia do Arraial, o trecho próximo à desembocadura do Cuiá foi considerado impróprio 100 metros à direita e 100 metros à esquerda.

Já no município de Pitimbu, os banhistas devem evitar a Praia do Guarita, no trecho que fica 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura da lagoa. Evitar também a Praia do Maceió, no trecho de 100 metros à direita e 100 metros à esquerda da desembocadura do Riacho Engenho Velho.

A Sudema ainda recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.

A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias, por meio de coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado. Em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros urbanos com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do litoral paraibano a análise é realizada mensalmente.

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